terça-feira, 30 de setembro de 2008

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Uma semente, um terreno e uma história...


Terra seca e árida ou molhada e preparada...

A semente que se lança não é boa ou o solo em que cai não a acolhe para si?

Quando morava na roça me deslumbrava com as mangueiras que havia por perto. Seu tamanho, sua força, sua folhagem, seus frutos e seus apanhadores...

As mangueiras eram soberanas, sua sombra e os que nela se assentavam...Eu queria ter uma assim...Então, como criança sonhadora, dei início ao meu sonho...
Plantei a semente num vaso e quando deu sua “muda” lá estava eu a procura do seu lugar de crescimento. Escolhi um lugar inédito, distante do pomar, não queria que o meu pé de manga tivesse sua atenção dividida entre jabuticabeiras, laranjeiras e outros...Plantei-o perto do bambuzal.

Toda manhã e fim de tarde lá estava eu...Olhando e regando, imaginando seu crescimento, sua folhagem seu fruto e meu deleite neles...

Mas o tempo não confirmava tal idealismo, meu pé de manga secava cada dia mais e mais...Até que morreu!

Não contei para ninguém minha frustração e um dia descobri que o problema não foi minha falta de cuidado como plantador nem a semente plantada, mas o terreno que foi cultivado.

Ás vezes o problema não está em quem nos “planta” o que poderia crescer e dar frutos, e nem a semente ali lançada...Mas o terreno em que caiu a semente.

Qual é o terreno do seu coração? Como você lida com as sementes que em você são plantadas e podem gerar um lindo pomar?
By Tony Edson

Eu e a Vida (interessante)


Vem me pedir além do que eu posso dar

É aí que o aprendizado está

Vem de onde não sonhei me presentear

Quando chega o fim da linha e já não há aonde ir

Num passe de mágica A vida nos traz sonhos pra seguir

Queima meus navios pr'eu me superar

vezes pedindo que ela vem nos daro melhor de si

E quando vejo, a vida espera mais de mim mais além, mais de mim

O eterno aprendizado é o próprio fim

Já nem sei se tem fim

De elástica, minha alma dá de si

Mais além, mais de mim

Cada ano a vida pede mais de mim mais de nós, mais além

Vem me privar pra vero que vou fazer

Me prepara pro que vai chegar

Vem me desapontarpra me ver crescer

Eu sonhei viver paixões, glamour

Num filme de chorar

Mas como é Felini, o dia-a-dia minha orquestra a ensaiar

Entre decadência e elegância,zique-zaguear

Hoje, aceito o caos.

E quando vejo, a vida espera mais de mim mais além, mais de mim

O eterno aprendizado é o próprio fim

Já nem sei se tem fim

De elástica, minha alma dá de si

Mais além, mais de mim

Cada ano a vida pede mais de mimmais de nós, mais além...
By Jorge Vercilo

Religião e Outra Espiritualidade.


Qual a diferença entre espiritualidade e religião?
Espiritualidade é a experiência humana do sagrado, transcendente, divino. Religião é a maneira como o ser humano organiza e vivencia esta experiência. Espiritualidade é uma experiência humana universal. Religião é uma experiência humana condicionada a dogmas, ritos, códigos morais e grupos de pessoas que acreditam nas mesmas coisas e celebram sua espiritualidade da mesma maneira. As religiões mais conhecidas no mundo são Judaísmo, Islamismo, Cristianismo, Hinduísmo e Budismo. A espiritualidade é o que os seres humanos têm em comum. Por exemplo, tanto o Dalai Lama quanto o Papa Bento XVI têm uma espiritualidade, mas têm religiões diferentes. Um é budista e outro é cristão. Em termos simples, assim como o ser humano tem corporeidade (relação com o corpo) e racionalidade (relação com a mente), também tem espiritualidade (relação com as realidades espirituais). Religião é maneira como cada ser humano desenvolve e pratica sua espiritualidade.Por que “outra espiritualidade”?Dentro de cada religião existe um número variado de maneiras de vivenciar a espiritualidade. Por exemplo, no Cristianismo a espiritualidade pode ser vivida de uma forma Católica Romana e outra Protestante, e mesmo dentro do Protestantismo, existem ramificações como o protestantismo histórico, o pentecostalismo e o neo-pentecostalismo. No Brasil, os protestantes ficaram conhecidos como “evangélicos”. Isto é, “evangélico” é um ramo do protestantismo, que por sua vez é um ramo do Cristianismo, que por sua vez é uma das cinco grandes religiões. Ser “evangélico”, portanto, é uma forma de viver a espiritualidade cristã, e nesse caso podemos dizer que existe uma “espiritualidade cristã evangélica”. Por trás da expressão “outra espiritualidade” está a sugestão de que existe uma outra maneira de viver a espiritualidade cristã, diferente da maneira como os evangélicos a vivem. Na verdade, o livro procura demonstrar sob vários enfoques, que a “espiritualidade evangélica” está cada vez mais distante do que se pode considerar uma “espiritualidade cristã”.
by Ed René Kivitz

Religião e alucinação.


Tenho muita pena dos crédulos. Chego a chorar por mulheres e homens ingênuos; os de semblante triste que lotam as magníficas catedrais, na espera de promessas que nunca se cumprirão. Estou consciente de que não teria sucesso se tentasse alertá-los da armadilha que caíram. A grande maioria inconscientemente repete a lógica sinistra do, “me engana que eu gosto”.
Se pudesse, eu diria a todos que não existe o mundo protegido dos sermões. Só no “País da Alice” é possível viver sem perigo de acidentes, sem possibilidade da frustração, sem contingência e sem risco.
Se pudesse, eu diria que não é verdade que “tudo vai dar certo”. Para muitos (cristãos, inclusive) a vida não “deu certo”. Alguns sucumbiram em campos de concentração, outros nunca saíram da miséria. Mulheres viram seus maridos agonizarem sob tortura. Pais sofreram em cemitérios com a partida prematura dos filhos. Se pudesse, advertiria os simples de que vários filhos de Deus morreram sem nunca ver a promessa se cumprir.
Se pudesse, eu diria que só nos delírios messiânicos dos falsos sacerdotes acontecem milagres aos borbotões. A regularidade da vida requer realismo. Os tetraplégicos vão ter que esperar pelos milagres da medicina - quem sabe, um dia, os experimentos com células tronco consigam regenerar os tecidos nervosos que se partiram. Crianças com Síndrome de Down merecem ser amadas sem a pressão de “terem que ser curadas”. Os amputados não devem esperar que os membros cresçam de volta, mas que a cibernética invente próteses mais eficientes.
Se pudesse, eu diria que só os oportunistas menos escrupulosos prometem riqueza em nome de Deus. Em um país que remunera o capital acima do trabalho, os torneiros mecânicos, os motoristas, os cozinheiros, as enfermeiras, os pedreiros, as professoras, vão ter dificuldade para pagar as despesas básicas da família. Mente quem reduz a religião a um processo mágico que garante ascensão social.
Se pudesse, eu diria que nem tudo tem um propósito. Denunciaria a morte de bebês na Unidade de Terapia Intensiva do hospital público como pecado; portanto, contrária à vontade de Deus. Não permitiria que os teólogos creditassem na conta da Providência o rio que virou esgoto, a floresta incendiada e as favelas que se acumulam na periferia das grandes cidades. Jamais deixaria que se tentasse explicar o acidente automobilístico causado pelo bêbado como uma “vontade permissiva de Deus”.
Se pudesse, eu pediria as pessoas que tentassem viver uma espiritualidade menos alucinatória e mais “pé no chão”. Diria: não adianta querer dourar o mundo com desejos utópicos. Assim como o etíope não muda a cor da pele, não se altera a realidade fechando os olhos e aguardando um paraíso de delícias.
Estou consciente de que não serei ouvido pela grande maioria. Resta-me continuar escrevendo, falando... Pode ser que uns poucos prestem atenção.
Soli Deo Gloria.

by Ricardo Gondim.

Os meus extremos.


Minha vida é pêndulo. Oscilo entre o bem que desejo e o mal que rechaço. Sei que minhas sombras não são todas ruins e minhas luzes não são todas boas.
Minha vida é sístole e diástole, fluxo e refluxo. No vai-e-vem de minhas emoções choro e rio, fico e vou. Não receio mostrar covardia e hesito nas coragens.
Minha vida é dança na encosta do abismo. Prestes a despencar, no limite do perigo, corro o risco de tornar-me o fiasco do milênio. Mesmo assim, jogo e aposto atrevidamente. Mesmo sabendo que posso ferir-me, enfrento a corda bamba.
Minha vida é estrada esburacada. Nos solavancos das crateras que se abriram pelo caminho, tento aprumar-me. Não quero perder a direção. Vou por trilhas menos pavimentadas, mas vez por outra, cansado, prefiro cortar caminho.
Minha vida é simultaneidade de satisfação e fome. Os desejos cumpridos deixam sobra, um resíduo, de desprazer. Porém, por mais que as inadequações se mostrem onipresentes, celebro contente a minha sorte.
Minha vida é, ao mesmo tempo, vitrine e caverna. Convivo com plataformas e microfones. Falo para platéias. Sou fascinado por silêncios, por alcovas. Audaz com multidões e tímido com pessoas, opto por poucas palavras. Mas, dou a mão à palmatória, falo pelos cotovelos.
Minha vida é mescla de certeza e imprecisão. As dúvidas não me abalam, mas as certezas me confundem. Gosto de questionar e não tenho medo de ficar sem resposta. Os absolutos me incomodam, os dogmas me inquietam, as exatidões me deixam suspeitoso.
Minha vida é ameaça e bênção. Consciente dos ódios que já provoquei, vivo inseguro; sempre procurando redenção. Entusiasmado com a bênção que sou, alço o vôo da águia; sempre ousando novos desafios.
Minha vida é mistura de morbidez e sede de viver. Aguardo o apagar das luzes, reconheço a iminência do meu fim. Contudo, procuro desdobrar os minutos em “nano-frações” de felicidade.
Minha vida é preocupação despreocupada. Temo as contingências, mas o insólito me entusiasma . Repito aos quatro ventos que dores e alegrias entram na fabulosa receita desta existência, que o Criador projetou livre. Não há nada mais deslumbrante que a angústia, e nada mais surpreendente que a felicidade.
Soli Deo Gloria.


by Ricardo Gondim

Fé o que é...


O QUE É A FÉ?


O que é a fé? — pergunta aquele que me lê e ouve.

Ora, Hebreus no capítulo 11 responde que é a certeza de coisas que se esperam e a firme convicção de fatos que se não vêem.

E fazendo isso discorre sobre a fé que crê que o que existe veio do que não existe, pela Palavra de Deus; e fala da fé como certeza de justificação pelo sangue do inocente, como Abel creu; e afirma que a fé nos abre os sentidos para coisas que ainda não aconteceram, como foi com Noé; e ensina que o andar de fé faz o homem transcender os limites físicos, como Enoque, que foi arrebatado para não ver a morte; e conta que a fé faz o homem ter coragem para deixar um mundo grande e organizado, como era a Mesopotâmia, e seguir para a terra da Promessa, onde só se sabe que há gigantes, pois o leite e mel eram apenas uma visão de fé; e prossegue narrando como a fé faz o homem mais longevo que o corpo, e que tanto ele quanto sua mulher, chamada Sara, deram a luz a um filho, enquanto beiravam os 100 anos de existência; e apresenta a fé adoração e obediência que levam o filho da Promessa para o altar do sacrifício, pois, a fé sempre crê na ressurreição dos mortos; e mostra como o trauma da fé gerou um Isaque simples; e evidencia o fato de que mediante a fé aprende-se a aceitação de eleições que não podem ser explicadas, como aconteceu entre Jacó e Esaú; e como o exílio pode ser a salvação do sonho de Abraão no Egito; e como um homem de fé, como José, via para além das Pirâmides um singelo lugar para os seus ossos, na gruta de Macpelá, 430 anos depois de estar sepultado no Egito; e mostra a soberania de Deus educando Israel entre escravos e como escravos, a fim de que a fé lhes fosse o chão de peregrinações sob a adversidade; e diz que a fé vê Deus usando Faraó para salvar Moisés para Faraó, e, assim, para todo oprimido do povo; e mais: para entre sinais, prodígios e maravilhas, guiar um povo temerário pelo deserto, até que morressem os incrédulos, e uma nova geração de fé pudesse aparecer como fruto da jornada; e afirma que pela fé o próprio cosmos aceita jogos divinos; e afirma que prostitutas podem se tornar súbitas sacerdotisas da graça de Deus em favor de seu povo; e narra todas as impossibilidades e improbabilidades humanas sendo vencidas, superadas e transcendidas pela fé — deixando assim ver que a fé é certeza do amor de Deus para a vida, pois, tanto a fé que crê que o que existe veio do que não existe, como a fé que crê na ressurreição, são a mesma coisa; sendo, pois, a fé, a certeza da ressurreição; a convicção da vitória da Promessa sobre qualquer que seja o que o olhar coletivo chame de realidade.

É esse olhar de fé que ilumina a vida e o mundo e torna o nosso ser luminoso em
Jesus!
By Caio Fábio

sábado, 27 de setembro de 2008

Responsabilidade é Vida



A tragédia começa quando não chamamos para a nossa realidade aquilo que devidamente é nossa responsabilidade...

Quando transferimos para fora de nós aquilo que nasceu em nosso ser, sobrecarregamos alguém que não teve em si a gestação para tal questão.

Responsabilizo os que me cercam pelas cercas que ultrapassei e os imprimo o meu estigma.

Assumir as responsabilidades quer sejam boas ou ruins são para pessoas que assumiram o controle de sua história de um mundo descontrolado.

A transfêrencia de responsabilidade começou nos primórdios quando Adão não assume o seu ato silencioso donde haveria de ter falado...Eva culpa a serpente...e a serpente? A mais digna, diga-se de passagem, assume sua parte...

Ser responsável é tomar em si a vida que se preserva ante as possibilidades de colisões a frente...assumir responsabilidade são para aqueles que mergulharam numa nova realidade de vida sem as algemas da imaturidade e agora não tem medo de dizer...Eu errei.

São líderes de si, líderes de outros, líderes do mundo...
Responsabilidade com habilidade de uma idade de quem sabe viver...
by Tony Edson

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Prazer em conhecer-te Felicidade!



A busca serena e desesperada da alma em ser feliz...
Quando os instintos florescem a procura do ser feliz se encontram com os prazes.
Ahhh, os prazeres! De tantas as formas e tantas delicias, onde se encontra onde se tem...
Tantas fontes, tantas maneiras, tantos jeitos, tanta procura...
Os prazeres nos convidam a essa felicidade, um convite a alegria!

Os sentidos se exaltam ante aos diversos prazeres, e mais prazeres...

A busca não para, o círculo dos prazeres se repetem e parece que mais e mais se precisa, a procura da tal felicidade.
Um vício se instaura na alma, doce vício, social vício...que nos convida a cada dia mais a mais dosagem para uma everdose de prazer.
Mas para nossa surpresa, o prazer aumenta, tem-se o que se quer, nas mãos, nos olhos, nos ouvidos, nas narinas, na boca, no corpo e na alma...mas o vazio parece voltar... a história de prazeres mostra que eles sempre deixam a desejar, então, vale a pena questionar:
O que são os prazeres? O que realmente nos satisfaz? O que traria sentido?
Somos movidos a prazeres, e isso é divino, mas é uma faca de dois gumes, os que se apresentam como "prazeres" e "felicidade" e "alegria" apenas gera um vazio maior e mal percebemos...
Cuidado com o prazeres que se servem em bandeijas de prata reluzentes dizendo:
EU SOU O SENTIDO DA SUA VIDA!
Eles já destruíram histórias, eles já devastaram almas, eles já enganaram a sábios, eles nos acompanham e quando olhamos para trás vemos o rastro de seus engodos...
Mas são sedutores, são atrativos, são "confiáveis"... não é de forma diferente que a morte se traja...morte essa que ainda que não seja física no imediato, é processual na história de vida dos "prazeirados".
Respire o bom prazer nas mais diversidades da vida, mas olhe para Aquele que sabe quais são as consequencias que talvez você não veja...ou consulte a sua história ou A HISTÓRIA do Deus da História.
Muitos em busca da felicidade encontraram o "prazer" e foram as pessoas mais prazerosamente infelizes da história que poderia ter um "final feliz".
by Tony Edson

Nunca haverá mais...

by Tony Edson

Paixões e Razões


Sentimento caçado e reprimido,
mas que move o mundo em direção ao algo a mais...
Imagine uma vida repleta de paixão ainda que acompanhe suas inconsequências...
os erros que se cometeriam em nome da paixão...
os tribunais eclesiásticos e morais que bateriam o martelo pelo bater das paixões que contrariam a ordem das coisas...
Haveria uma inquisição se todos fossem apaixonados? Acredito que não!
As perseguições nascem de corações que não ser perderam em suas paixões, que racionalizaram tanto a vida que escreveram livros sobre a morte...
Mais pecados? Talvez...
Mais vida? Talvez...
Mais graça? Talvez...
o que sei é que nem todos são apaixonados e nem todos são racionalistas...
será que é isso que mantém o equilibrio das coisas?
Se tivesse que escolher um mundo,
escolheria um mundo desiquilibradamente apaixonado!
Que errem em nome da paixão, mas nunca sem ela!
Sem ela nunca mais...

Paixão nome de um acerto humano com traços divinos.
by Tony Edson

Deixem-me...Humanizado!


Deixem-me ser humano, pois nela encontro minha divindade.

Deixem-me não ser tudo, pois desejo conhecer Deus.

Deixem-me ser eu, pois fora de mim eu não existo.

Deixem-me sozinho, pois preciso descobrir a solitude.

Deixem-me contigo, pois sem você me perco em mim mesmo.

Deixem-me errar, pois quer queira ou não ele faz parte de mim.

Deixem-me acertar, pois preciso ser melhor do que sou.

Deixem-me desmascarado, pois eu canso sem ser o que não sou.

Deixem-me, libertem-me, Humanizem-me...
by Tony Edson

Uma fuga para Emaús...tristeza no olhar...uma estrada de contos e frustrações...e o Caminho nessa estrada.
Dois corações que já não acreditavam em promessas, não nas de Jesus, e diante das possíveis represárias, fogem para um suposto porto seguro - Emaús.Corações entenebrecidos com a não expectativa cumprida, tristeza no semblante, e questionamentos da vida. Uma estrada perigosa para aqueles que escolheram viver ao invés de simplesmente existir.
Ninguém presente com eles naquela estrada, a não ser a frustração, mas algo interessante e explicável acontece.
O Caminho se põe na estrada deles!
Aquele que a todo instante mostrava que na estrada da existência, ele se mostrava ser o Caminho para ir além da mera existência, Ele é a Vida, o Caminho, a Verdade (Jo 14.6). Sua presença é explicável, ao contrário de muitos que se perdem a procura de uma resposta para o não reconhecimento físico do Mestre, Lucas diz que o reconhecimento era no coração, na alma...e o Caminho por amor aos que se perdem sutilmente na estrada da vida, se coloca a conversar com eles, e a ouví-los e a ensiná-los a sua história que tem conexão com a dor, ao contrário do pensamento dos discípulos e de muitos no nosso tempo.E ao partir o Pão e ter reconhecido o cuidado de Deus para com Ele, os seus olhos se abriram e reconheceram que era Jesus, e entenderam porque o coração queimava na estrada, pois era a presença do próprio Caminho.
Longe de Emaús, sua própria segurança estão verdadeiramente seguros na zona de conflito - Jerusalém, pois entenderam que:Com o Caminho - Jesus, segurança não é ausência de perigo, mas a presença de Deus.
Boa estrada junto ao caminho!
by Tony Edson